Dados técnicos e aplicação registrada
Mesmo quando existe estudo de rigging ou uma rotina previamente definida, o operador confere solo, interferências, clima, carga, posição inicial, destino, acessórios e configuração antes de iniciar.
Se o cenário divergir das premissas, o trabalho deve ser interrompido para revisão. O rigger, quando participa, executa amarração e sinalização dentro da comunicação definida para a operação.
Por fim, uma vez realizado o planejamento da operação, inicia-se a fase de EXECUÇÃO: começa com o isolamento da área onde o guindaste se posicionará. Uma vez isolada a área, inicia-se a montagem do equipamento, com as vigas estabilizadoras e os chamados MATS - chapas metálicas e dormentes. O patolamento do guindaste será feito sobre os MATS. Caso seja necessário, após o patolamento, inicia-se a montagem dos contrapesos. Salientamos que quando se tratam de equipamentos de grande porte, o aterramento deverá ser feito em pontos fixos ou sobre hastes de cobre, fixadas no solo. Com a máquina montada, a movimentação das peças já pode ser iniciada.
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Fontes técnicas e referências
As referências desta página sobre Peso, raio e centro de gravidade: como esses dados definem o guindaste documentam a origem do conteúdo e oferecem material para aprofundamento. A norma, edição e procedimento aplicáveis devem ser confirmados para o contrato, o equipamento e a operação específicos.
- Matéria original do acervo operacional Cunzolo
- NR-11 — Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais
- ASME B30.5 — Mobile and Locomotive Cranes
Responsabilidade editorial do conteúdo sobre Peso, raio e centro de gravidade: como esses dados definem o guindaste: Equipe Cunzolo. Este conteúdo não substitui plano de rigging, manual do fabricante, análise de risco ou avaliação de profissional habilitado.
