Dados técnicos e aplicação registrada
A amarração precisa ser definida junto com o equipamento, a geometria da peça e as condições do local. No case, o arranjo foi estudado para manter a máquina nivelada durante carga, içamento e reposicionamento.
Vamos à operação: o trabalho consistia na carga, içamento e reposicionamento (descarga) de uma máquina em um galpão industrial. O equipamento dimensionado para realizar a operação foi o guindaste rodoviário ATF 220.
A foto ilustra o momento do içamento e movimentação da máquina, além das amarrações feitas na peça. Nessa operação foram utilizadas correntes para realizar a amarração, especialmente indicadas em casos de peças cujo peso não são regularmente distribuídos e em casos de restrição de altura. A máquina movimentada não possuía peso distribuído regularmente em sua extensão total, portanto a corrente foi o acessório mais indicado, permitindo que se ajustasse os elos das correntes, equilibrando os pesos e realizando o içamento da peça de forma nivelada.
Além das correntes, foram utilizados balancins posicionados em dois pontos, cada qual com uma função específica: os balancins laterais serviram para manter as correntes posicionadas de forma a não danificar as laterais da máquina e um balancim no ponto mais alto da amarração, de forma a alinhar os pontos verticais a partir das bases inferiores da peça.
Além de correntes, existem cintas e cabos de aço para as amarrações, cada um desses tipos sendo indicados em função dos equipamentos, condições das operações e objetivos a serem atingidos.
Peso, distribuição de massa, ângulo dos ramais, balancins e pontos de pega foram conferidos antes da movimentação e acompanhados durante o içamento.
